Parra arrelembrrárr as iguarrias da Fêrra

“Emborra lá”… diz o Russe naquele geite de chamamente come que um trremouce chama p’uma mine ou même imprriál…

“Vames ali dárr uma voltinha da fêrra, nã sei se sábes mas já tá a bombárr. Anda daí sóce… tá lá a velha do polve sêque e aquile c’uma imprriále sabe poque bein… parréce uma sóla de sapáte demolháda na água do márr e assáda”.

Olha…lá fui com o Russe pá fêrra. Chegárr, tentárr estacionárr. Órra vames lá a vêrr. “Russe, tá ali um pute ranhouse a esbrracejárr parréce um moinho descompassáde, de d’averr ali um lugárr!”
Táva prronte pa enfiárr o focinhe du cárre, aparréce um crróme sabesselá da donde róba o lugárr. Apá, ma que mérrda é esta? O Russe sai cá pa fórra, nem faz perrguntas, vai ao pórrta bagagens sáca duma fatêxa , vai lançáde amanda tamanha barrdoáda no cápon do sóce, aquile espeta duma manêrra caté parrcia mantêga, puxa o cábe e áta ó Fiat 127 do Charroque.
“Acelérra masé essa mérrda!” Aquile foi de arrastão, mas sai do lugárr e o trrafulha arrmáde em espérrte. O sóce fiocu ca boca tão aberrta de espantação caté mai parrcia a boca do Charroque. Lá seguimes pa fêrra descansadinhes…
 

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