Sem contas prra pagárr

Ouve um dia que eu cheguei à caixa do correie e nã tinha lá denhum postal, cárrta pa pagárr alguma coisa, ê vi que se passava alguma coisa, apá telefonei pa toude o láde, ningueim me atendia o telefone, já táva mais atarrantáde cum carranguêje perrnêta a tentárr dançar brreakdance no meie das ondinhas do márr cheias da lismes que se entrrelaçavem porr o reste das pérrnas e nã ajudávem em nada, áh mas onde ia eu? Áh pois! Nã havia carrtinha das finanças?!?! Da Edp? Da Tv a cábe?Da água? Nadinha! Apá já táva a pensárr ir comerr ca nha Marria ó restaurrante e tude! Mas prrimêrre telefonei ó mê amigue Russe e ele levou tempe pa acordárr e dizia “Apá sóce Charroque dum cabrrão! Atão nã me dêxas dorrmirr na porrcarria do ferriáde?!!”
Ê vi lógue…quiérra munta sórrte!

 

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Parriga ou sóce, querres receberr todas as novidádes frresquinhas do
Charroque da Prrofundurra?

Subscrreve e recebe tudo!
Caganda Pinta!
Muito obrrigádo.

Fechárr
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